COMO NÃO SE COMPORTAR EM UM ESTÁGIO

November 18, 2008 by admin  
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O estágio é um momento de aprendizado e, para alguns jovens, é o primeiro contato com um ambiente corporativo. Ao contrário do que muitos pensam, comportar-se adequadamente em uma empresa, mesmo nas mais “modernas”, não é coisa do passado ou pouco relevante. Os estudantes que almejam uma possibilidade de prorrogação e, principalmente, de efetivação, devem tomar alguns cuidados para não cometerem deslizes comprometedores com os chefes e colegas de trabalho.

Algumas pessoas associam etiqueta de comportamento a formalismos, regras inflexíveis e postura que não condizem com a usual. Cada empresa tem as suas normas de conduta, que não são regras formalizadas, mas cabe a cada um saber como agir da maneira adequada; a recompensa é o reconhecimento e até mesmo uma promoção. Mas hoje essa boa conduta também é associada à qualidade dos relacionamentos, à criação e manutenção de uma imagem de profissionalismo centrados na ética e no bom senso.

Para auxiliar nessa tarefa, Giuliano Bortoluci, diretor de comunicação da Estagiários.com, empresa especializada na seleção e contratação online de estagiários, dá algumas dicas de como não se comportar no estágio.

· Acomodação, jamais! - O estágio é um momento de aprendizagem na vida do jovem e deve ser tratado como tal. É natural que sinta-se perdido em um primeiro momento, mas é importante ir atrás do conhecimento, procurar saber como faz e também não acomodar-se em conhecer somente a sua área de atuação. Um bom líder não é aquele que conhece bem a sua área, mas o que conhece todas as outras e sabe como a empresa funciona. Quem almeja uma efetivação deve pensar nisso.

· Esqueça as gírias - Há algumas expressões que são comuns no cotidiano do jovem, mas elas devem ser evitadas em um ambiente corporativo. Isso passa uma imagem de falta de profissionalismo e de postura. É claro que com os colegas de trabalho que permitam uma relação mais informal, o uso é livre, mas não use tal maneira de falar com os mais velhos e com seus superiores.

· Não adie os compromissos - Já dizia o ditado: não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje. Tenha isso como um lema para o seu trabalho. Normalmente, uma das formas de avaliar o estagiário é pelas tarefas que realizam, se não atrasam as atividades e se as fazem com qualidade. Isso pode fazer a diferença e o destacar dos demais.

· Não tenha vergonha, pergunte! - Como dito anteriormente, o estágio é um momento de aprendizagem, é natural - e totalmente aceitável - que o estagiário tenha dúvidas durante seu período de estágio. Não tenha vergonha de perguntar, mesmo que não seja algo relacionado à sua atividade, mas que sejam questionamentos relacionados ao ambiente de trabalho ou segmento de negócio da Empresa. Seus gestores e chefes estão preparados para solucionarem suas questões.

· Não perca tempo - Administrar bem o tempo no trabalho é algo louvável para qualquer profissional, seja estagiário ou não. Essa atitude mostra responsabilidade e dedicação ao trabalho e aos resultados da empresa. Isso significa que é preciso realizar todas as suas tarefas nas seis horas diárias de estágio. Para isso, evite navegar na internet para coisas sem importância, utilizar programas de relacionamento, como Orkut e MSN, e perder tempo à toa com outras coisas que não fazem parte do seu trabalho.

Fonte: Image Press

MEU FILHO É EMO? E AGORA?

March 25, 2008 by admin  
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Apologia à tristeza é um dos traços da tribo escolhida por alguns adolescentes. Médica orienta os pais a acompanhar de perto os filhos

Com um tom dos góticos e darks da década de 80, os Emos são a mais recente tribo dos centros urbanos. Batizado a partir da abreviação da palavra inglesa emotional, o movimento ganhou força entre os jovens brasileiros em 2003, em São Paulo, e depois se espalhou por todo o País. “Podemos reconhecer um integrante pelas roupas exóticas, sempre em cores escuras como preto e roxo. Há também, um estilo próprio de cabelo e maquiagem”, descreve a hebeatra Mônica Mulatinho, da Cia do Adolescente & Família, em Brasília.

Avessa a qualquer tipo de rotulação - especialmente no trato com jovens, que estão em plena transformação -, a médica não pôde deixar de notar um traço forte entre os adeptos do movimento. “Há uma apologia à tristeza no discurso emo, a melancolia é quase um estilo de vida para eles. Tudo bem, quando se trata apenas de uma atitude de contestação. Mas, a questão preocupa quando isso esconde alterações de ordem psíquica”, esclarece a médica.

Nos últimos meses, Dra. Mônica registrou uma procura crescente de pais que buscam compreender melhor o movimento. “Ao verificar, por exemplo, a lista de comunidades do filho no Orkut, alguns notaram a adesão a sites que pregam o suicídio”, descreve. Segundo a especialista, nesses casos, os pais devem redobrar a atenção e avaliar se há sintomas adicionais como distúrbios de alimentação, sono, humor, entre outros. “Na dúvida, devem procurar assistência profissional, com vistas a afastar o diagnóstico de depressão”, orienta.

Seja qual for o caso, a médica é enfática: todo adolescente escolhe companhias que se alinham ao temperamento e ao comportamento que ele vivencia no momento. “A pior escolha que os pais podem fazer é julgar a tribo, atribuindo a ela a responsabilidade pelo novo visual e pela atitude do filho. Acompanhar de perto o que o jovem faz e com quem anda, estabelecendo limites com afetividade é uma das maiores demonstrações de amor. E isso não pode ser delegado, é tarefa dos pais”, conclui.

www.ciadoadolescente.com.br

Fonte: MaxPress