Petrobrás é a 3ª empresa mais valiosa da América, ultrapassando Microsoft
A empresa também vale mais do que a Apple, Google e Intel
Muitos sabem que a Petrobrás é a maior empresa brasileira e que, junto com a Vale, lideram o ranking das maiores empresas da América Latina. O que ninguém sabia, porém, e que foi anunciado pela Economatica, serviço especializado em análise de investimentos na América, é que a Petrobrás é a terceira empresa mais valiosa de toda a América, ultrapassando inclusive a gigante Microsoft.
De acordo com o site Bnet, o valor estimado da companhia em 2004 era de US$ 1.366 bilhões. Hoje, seu valor chega aos US$ 287 bilhões, ultrapassando a Microsoft em US$ 8 bilhões, cujo valor de mercado é de US$ 279. A Petrobrás estaria somente atrás da Exxon Mobil, uma empresa americana que também é do ramo petrolífero, e está avaliada em US$ 489 bilhões; e da General Electric, empresa multinacional de serviços e de tecnologia, valendo US$ 320 bilhões.
Segundo a pesquisa, a empresa brasileira também ultrapassa o valor de gigantes como a AT&T, Johnson & Johnson, e até mesmo Apple, Google, Intel e Philips. Outra empresa brasileira também figura entre as dez mais valiosas, a mineradora Vale, antiga Vale do Rio Doce.
A Economatica informa que não incluiu o Canadá em sua pesquisa.
Com Informações do site Magnet
Brasil ainda “engatinha” quando o assunto é inventividade
March 1, 2008 by admin
Filed under Brasil, Tecnologia
Talvez aos olhos do público leigo inventividade e criatividade sejam consideradas palavras sinônimas. No entanto, para muitos pesquisadores um inventor profissional difere de uma pessoa simplesmente criativa, pelo fato de conhecer amplamente o “estado da técnica”. Ao conhecer o que já existe, ele pode direcionar seus esforços para gerar algo realmente novo. No extremo oposto, pessoas criativas comumente acabam “reinventando a roda”.
Henry Suzuki, diretor técnico da Incrementha PD&I, empresa de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica, joint venture dos laboratórios farmacêuticos nacionais Biolab e Eurofarma, analisa que a diferença entre criativos e inventivos é vital na atual “Era do Conhecimento”, em que o capital intelectual é tido como principal ativo no mundo corporativo e carteiras de patentes podem valer mais do que terrenos, equipamentos ou fábricas.
“Para ilustrar a importância da inventividade nos dias de hoje, basta lembrarmos que, ao lado da aplicação industrial, a presença de “novidade” e “atividade inventiva” são fatores determinantes para a concessão de patentes. Uma equipe criativa pode resolver uma série de problemas ou criar produtos interessantes, mas, salvo por sorte ou acaso, as soluções ou produtos criadas não serão inovadoras e, desta forma, não poderão gerar patentes”, destaca Suzuki.
Cenário brasileiro ainda é deficiente
Para o executivo da Incrementha o brasileiro médio é criativo. “Seja por necessidade (também conhecida como “mãe da criatividade”), pela falta de regras ou pelo não cumprimento de regras estabelecidas, é possível visualizar os efeitos da criatividade do brasileiro em cenas cotidianas”, complementa.
Por sua vez, quando o assunto é inventividade, o cenário é bem diferente. Não são poucos os artigos que destacam o fato de empresas e inventores brasileiros depositarem uma pequena fração do número de pedidos de patentes depositados por outros países (ficando atrás de nações como China, Índia, Rússia e Coréia do Sul), embora o volume de publicações científicas esteja entre os 10 maiores no mundo.
Relatório publicado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, tendo como base o ano de 2006, revela que o número de pedidos de patentes depositadas em todo o planeta conforme o PCT (Patent Cooperation Treaty) cresceu 6,4% em relação ao período anterior. Estados Unidos, Japão, Alemanha, Coréia do Sul e França lideram o ranking mundial de países que depositam novas patentes.
O Brasil sequer aparece entre os 15 primeiros. E mais: considerando somente as nações em desenvolvimento, permanece atrás de China, Índia, Singapura e África do Sul, posicionando-se apenas a frente do México.
“Indo além, o cenário é ainda mais negativo quando a análise é feita com base em patentes comercialmente relevantes, dentro do conceito de invenção estratégica. Por sua vez, uma real mudança só será verificada quando a consciência, os conhecimentos e recursos necessários para a invenção estiverem presentes no cotidiano de uma parcela significativa das pessoas que estão na linha de frente do processo de criação de novos produtos e soluções tecnológicas”, opina Suzuki.
Iniciativas como a estruturação de núcleos de propriedade intelectual e transferência de tecnologia em instituições científicas e tecnológicas e a inclusão de bases de dados e ferramentas de buscas de patentes e mapeamentos de tecnologia no Portal Capes são, na visão do diretor da joint venture, exemplos de ações que se somam para mudar para mudar o cenário de baixa inventividade atualmente verificado no Brasil, quem por sua vez destaca “mais do que iniciativas governamentais ou institucionais, é necessária a mudança de postura daqueles que estão à frente do processo de inovação”.
Incrementha PD&I
Web Site: www.incrementha.com.br
Fonte: Trama Comunicação
