O DESTINO DOS GRÁFICOS

Por Mário César de Camargo
Quando o alemão Johannes Gutenberg pela primeira vez imprimiu um livro (a Bíblia) com tipos móveis, por volta de 1455, a Europa tinha cerca de 50 milhões de habitantes, dos quais apenas oito milhões alfabetizados. Não foi casual que, alguns anos depois, quase 20 milhões de pessoas do Velho Continente já [...]