OPERAÇÃO SORRISO - PROGRAMA DE CIRURGIAS NO RIO DE JANEIRO COM APOIO DA COLGATE-PALMOLIVE

“OPERAÇÃO SORRISO” REALIZA NOVO PROGRAMA DE CIRURGIAS NO RIO DE JANEIRO COM APOIO DA COLGATE-PALMOLIVE 

Ação, que conta com recursos da companhia desde 1999, visa atender 125 pacientes entre 14 e 22 de agosto

A Colgate-Palmolive, que há anos promove e apóia ações de responsabilidade social no País, volta a participar da Operação Sorriso, iniciativa que muda a vida de crianças e jovens por meio da cirurgia corretiva de fissura lábio-palatina. O novo programa de cirurgias acontece no Rio de Janeiro, entre 14 e 22 de agosto.

A triagem, que selecionará crianças com má formação facial ou lesões labial e palatal, com idade entre 6 meses e 17 anos, ocorrerá nos dias 14 e 15 de agosto no Hospital Municipal Nossa Senhora do Loreto, no Galeão, e receberá, no segundo dia, a visita de humoristas do Casseta & Planeta. Nestes dias serão selecionados cerca de 125 pacientes, que serão submetidos às cirurgias nos dias 18 a 22 de agosto, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (Hospital do Fundão).

A organização foi fundada como Operation Smile, em 1982, nos Estados Unidos, e hoje está presente em 27 países. O programa do Rio de Janeiro terá a participação de 40 profissionais, entre cirurgiões plásticos, anestesistas, enfermeiros e fonoaudiólogos. O programa será realizado em nome da Secretaria Municipal do Rio de Janeiro e também conta com o apoio dos três principais centros de atendimento ao paciente fissurado do Estado, sendo eles o Hospital Municipal Nossa Senhora do Loreto, o Projeto Fendas e o Hospital Municipal Jesus.

Em 11 anos de atuação no Brasil, 2500 crianças já foram operadas pela missão, que visitou cidades de Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Goiás e Ceará. Para este ano ainda há ações previstas nos estados de Paraná, Alagoas, Pará e Ceará.

Fissura Lábio-Palatina

A fissura lábio-palatina é uma má formação congênita ocasionada pelo não fechamento dessas estruturas, que ocorre entre a 4ª e a 12ª semana de gestação. Os cientistas acreditam que uma combinação de fatores genéticos e ambientais tais como desnutrição materna, falta de ácido fólico e vitamina B12 na dieta da mãe podem levar a um lábio ou palato fissurados.

Caso numa família nasça uma criança com fissura, o risco de reincidência aumenta de 2% a 4%. Alguns estudos sugerem que ácido fólico e vitamina A podem desempenhar um papel significativo na redução dos riscos de problemas congênitos.

As fissuras podem ser unilaterais ou bilaterais e variam desde formas mais leves, como cicatriz labial ou a úvula bífida, até formas mais complexas, como as fissuras completas de lábio e palato. Essas fissuras provocam alterações na fala e dificuldades na alimentação, infecções de ouvidos quase que permanentes, além de prejudicarem a arcada dentária e a respiração.

Avalia-se que uma entre cada 1.000 crianças nascidas nos Estados Unidos tenha um lábio e/ou palato fissurado. Nos países emergentes, o número é de 1/500 e no Brasil 1/650.

Para muitas crianças em países em desenvolvimento, a assistência médica e cirúrgica tão necessária não se encontra disponível. Nos Estados Unidos, ainda há crianças sem tratamento devido à falta de seguro-saúde ou de recursos financeiros para pagar pelos procedimentos.

Ainda que os voluntários da instituição ajudem milhares de pessoas a cada ano, para cada criança que a organização atende, duas ou mais precisam ser recusadas, totalizando cerca de dez mil crianças/ano que necessitam de ajuda.

Fonte: LVBA Comunicação via MaxPress